O que acaba com as Startups?

Todos nós já ouvimos a estatística de que a metade de todas as startups falham nos seus primeiros 5 anos. O número real é ainda mais preocupante. Em um estudo com empresas norte-americanas formadas em 1998, apenas 44% continuavam a existir quatro anos depois, de acordo com o Small Business Administration.

Risco e Recompensa

O que queremos dizer quando falamos de risco? Simplificando, o risco existe em qualquer situação em que há uma possibilidade de um resultado que queremos evitar.

Circunstâncias imprevistas e suas consequências negativas são a própria essência do risco. Se pudéssemos prever o futuro, não teríamos incerteza e consequentemente não teríamos o risco.

O risco nos rodeia. O outro lado do risco é a oportunidade. Existe uma relação direta entre risco e recompensa: quanto maior o potencial de valorização, maiores são os riscos envolvidos. (Observação: vale a pena notar que o inverso não é necessariamente verdade: situações que envolvam grande risco, na maioria das vezes, tem pouco ou nenhum potencial de valorização. Não faz sentido correr estes riscos.)

Para os empreendedores, isto significa que se você quiser ter uma chance para obter o sucesso, você precisará correr certos riscos. Empreendedorismo não é fácil, você terá que assumir riscos significativos ao seu negócio. E é exatamente por isto, que mais da metade de todas as startups falham dentro de poucos anos.

Mesmo o risco sendo parte integrante do empreendedorismo, ele não deve ser objeto de todo o seu esforço. Grandes empresários lidam com os riscos dando atenção especial e gerenciamento efetivo.

A estrutura do Gerenciamento de Riscos

Gestão de Risco é a arte e a ciência de pensar sobre o que poderia dar errado, e o que deve ser feito para mitigar os riscos com certo grau de custo/benefício.

Para identificar os riscos, e descobrirmos a melhor forma de mitigá-los, primeiro precisamos de um quadro de classificação dos riscos.

Todos os riscos têm duas dimensões: a probabilidade de ocorrência e a severidade das potenciais consequências. Estas duas dimensões formam quatro quadrantes, que por sua vez nos sugerem como podemos tentar mitigar estes riscos.

Uma vez que sabemos a gravidade e a probabilidade de um determinado risco, podemos responder a pergunta: Será o que o benefício de mitigar o risco, supera o custo desta ação?

Identificando e mitigando as ameaças das empresas

As empresas entram em estagnação quando o dinheiro acaba e o total do passivo circulante (contas a pagar) excedem os ativos líquidos. A gestão de risco atua justamente na identificação e mitigação das incertezas – especialmente nas ameaças que rondam o fluxo de caixa.

As incertezas assolam as empresas de inúmeras maneiras, e podemos agrupar estas incertezas em algumas categorias. Estas categorias não são as únicas e também não são mutuamente excludentes. Alguns riscos poderão abranger mais de uma categoria, ou várias. Vejamos alguns exemplos:

Riscos de Mercado

Os riscos de mercado referem-se a possibilidade ou não de haver demanda suficiente para o produto que você tem a oferecer, no preço que sua empresa definiu. Muitos inovadores morreram sem alcançar sua meta, agarrados a crença de que o mercado iria bater a sua porta, perguntado se eles tinham um produto melhor.

As 500 empresas mais bem colocadas no ranking da Fortune, gastam bilhões em pesquisa de mercado, e a cada ano eles criam produtos que de imediato são um fracasso. Por outro lado, em 1943, o presidente da IBM supostamente previu, “Eu acho que existe um mercado mundial para talvez, 5 computadores”.

A menos que você venda uma mercadoria, uma commodity, não existe uma maneira fácil de saber como o mercado vai receber um novo produto. Feedback dos amigos, levantamento dos potenciais clientes, testes com grupos focais, e testes beta são técnicas úteis para ajudar a avaliar a aceitação do mercado. No entanto, ninguém – nem você, seu melhor amigo ou seu patrocinador – podem saber com certeza se as pessoas vão gastar dinheiro com a sua solução, até que você realmente tente vendê-la.

Uma maneira que os empresários têm para mitigar o risco do mercado é evitar a perfeição. É uma falácia pensar que um produto nunca vai ser “acabado”, no sentido de que ele irá fazer todos os consumidores plenamente felizes. Quando um produto se torna bom o suficiente para fazer algum cliente razoavelmente feliz, pesquise no mercado onde isto está acontecendo e comece a gerar mais vendas, aumentar o caixa, e escutar os feedbacks.

Como Steve Jobs disse em “Real artists ship”: até que os clientes reais comecem a usar e a falar do seu produto real – ao contrário dos protótipos que você usou para trabalhar com os grupos focais – você não tem como saber se o que você está fazendo é certo ou errado. Entregue o produto, observe, melhore e entregue novamente.

Riscos competitivos

Cada empreendimento tem mais concorrentes e menos vantagens competitivas. Se você ganhou dinheiro atendendo a necessidade de seu consumidor (existe alguma outra maneira de ganhar dinheiro?), você pode ter certeza que muitos outros já tentaram e não conseguiram.

Para se manter à frente da concorrência, você deve perguntar continuamente a seus amigos de confiança e a você mesmo: o que os outros podem fazer para me derrotar, e baseado nesta resposta, desenvolver e melhorar suas defesas. Conheça seus pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças – a análise SWOT, não é somente um exercício da escola da Administração. Descobrir o que você faz de melhor do que todos os seus concorrentes, em se tratando de preço, características do produto, qualidade ou alguma outra vantagem, e potencializar ainda mais isto para manter vantagem.

Tecnologia e riscos operacionais

Uma coisa é você dizer que está indo para o negócio de fabricação e venda de widgets. Outra coisa bem diferente é dominar a mecânica de fabricação e venda de widgets.

Tecnologia e riscos operacionais, cobrem tudo que ter a ver com a execução. Sua equipe consegue finalizar o desenho de um produto com um orçamento de P&D limitado? Será que o seu produto irá funcionar conforme o esperado? Você tem a sua disposição fornecedores confiáveis? Você tem conhecimento para fabricar? Você pode otimizar a logística de distribuição do produto? Você pode criar uma infraestrutura de suporte para o produto? Será o que seu firewall pode impedir que hackers roubem os números de carão de crédito dos seus clientes virtuais? Você tem um plano de backup para manter a sua empresa funcionando, caso um acidente destrua os servidores do seu data center?

Erros são inevitáveis, todos nós aprendemos com os nossos erros e isto nos torna melhor ao longo do tempo. Aprender com os erros do passado é importante, mas se você realmente quiser aumentar a sua chance de sucesso, inspire-se em pessoas que já obtiveram sucesso no passado.

Riscos financeiros

O fim da linha para qualquer tipo de negócio é quando ficamos sem dinheiro. Quando se é empreendedor, em determinados dias essa sensação de estar ficando sem dinheiro é frequente.

Para iniciantes, o maior risco financeiro decorre de não se ter um plano B, caso os investidores ou credores disserem não ao negócio (ou não dizer sim com a rapidez que se espera). Muitos empreendedores falham porque cometem o erro em apostar, que certamente irão obter financiamento externo.

Riscos financeiros não desaparecem, mesmo com o negócio estabelecido. Inúmeros fatores podem afetar negativamente o fluxo de caixa, por exemplo: os clientes podem se esquivar, e não pagar as suas faturas (risco de crédito); o custo da matéria prima pode subir; o fortalecimento do dólar pode subir o custo das operações no mercado externo; aumento da taxa de juros, elevando o custo do capital; a queda no valor das ações ou imóveis, dados como garantias aos bancos.

Risco das Pessoas

As pessoas, são ao mesmo tempo, o elemento mais importante e menos previsível de qualquer negócio.

A combinação certa, de experiência, networking e temperamento da equipe inicial do negócio, pode aumentar consideravelmente a probabilidade de se obter sucesso. Falha no recrutamento, em motivar a equipe e reter os talentos pode significar o fracasso do negócio.

Como um empreendedor, uma das mais importantes responsabilidades é estabelecer a visão da organização. É fundamental que todos apoiem a decisão do líder. Todo mundo precisa remar na mesma direção. Os integrantes da equipe precisam da capacidade de tolerar uns aos outros por pelo menos 80 horas semanais. O líder precisa gerenciar egos, mediar conflitos de personalidade, discordâncias e recursos descomprometidos.

A organização é tão forte, quanto o seu elo mais fraco. Não deixe o lado pessoal interferir no seu julgamento. O seu velho colega de faculdade pode ser um bom comerciante, mas será que ele é bom comerciante para comercializar o seu produto? Se você notar que um integrante da sua equipe não se encaixa no perfil desejado, você precisar agir rapidamente, antes que a situação piore.

Riscos legais e legislação

A lista de problemas relacionados a legislação é quase infinita: complicações fiscais decorrentes da escolha do negócio de sua pessoa jurídica, disputas judiciais devido a contratos mal elaborados, ações movidas pela concorrência alegando apropriação indébita de segredos comercias e assim por diante.

O primeiro passo para mitigar os riscos judiciais é aprender o suficiente sobre o assunto. O Guia Empreendedor de Direito Empresarial, escrito por Constance Bagley e Craig Dauchy é um ótimo lugar para começar.

O segundo passo é contar com os advogados certos – geralmente um para assuntos corporativos e outro para questões de propriedade intelectual. Você deve tê-los por perto e seguir seus conselhos quando for apropriado.

Riscos sistêmicos

Os riscos sistêmicos são aqueles que ameaçam a viabilidade de mercados inteiros, e não apenas uma única empresa dentro de um segmento. Por exemplo, aumentando as taxas de inadimplência do mercado de hipotecas, o efeito posterior é afetar as instituições financeiras de títulos, causando um profundo impacto no sistema financeiro global.

Não deixe o risco paralisar você. Os empreendedores são por definição, pessoas que assumem os riscos. Gestão de risco é uma importante vantagem competitiva. Você pode vencer as adversidades e construir um empreendimento próspero e gratificante, aprendendo a reconhecer e como mitigar os riscos.

Você pode ler o texto original em: http://www.caycon.com/what-kills-startups.php
Direitos reservados à Cayenne Consulting LCC
Tradução: Rodrigo Zambon

Workshop PMDome®

O PMDome® é um treinamento muito dinâmico e prático em gerenciamento de projetos onde os participantes são divididos em times que,em uma competição desafiadora e animada, devem demonstrar desempenho superior em gerenciamento de projetos de acordo com os requisitos básicos propostos por um cliente fictício.

O público alvo do treinamento é de Executivos, Gerentes Seniores, Gerentes de Projeto, Gerentes de Recursos e Membros da Equipe, mas o PMDome® não requer experiência prévia em projetos, o participante será capaz de assimilar os conceitos básicos do gerenciamento de projetos e desenvolver o produto durante o workshop.

O produto final do projeto de cada time é uma estrutura física denominada Domo Geodésico, construída a partir de folhas de papel, que deve ser planejado, executado e controlado em tempo real utilizando o framework do Project Management Institute (PMI®), associação sem fins lucrativos que é líder mundial na profissão de gerenciamento de projetos.

As ações dos participantes durante o workshop se concentram nos principais conceitos do gerenciamento de projetos, abrangendo:

• decomposição e organização das tarefas em termos de entregas e pacotes de trabalho;

• atribuição de responsabilidade para os pacotes de trabalho;

• derivação dos prazos e orçamentos do projeto a partir dos pacotes de trabalho.

O texto foi retirado do site  http://www.macrosolutions.com.br/. Mais informações em  http://www.macrosolutions.com.br/pt/pmdome/

 

Microsoft Project: Tipos de Recursos

Neste artigo vamos explicar os tipos de recursos que o Microsoft Project permite aos gerentes de projetos e as equipes cadastrarem para posterior montagem do cronograma.

O Microsoft Project, foi apontado na última pesquisa PMSURVEY.ORG, por 75% das empresas como o software utilizado no gerenciamento de projetos. A prática de desenvolvimento do cronograma foi apontada por 89% das organizações pesquisadas, sendo que o item “Prazo” é o aspecto mais considerado nas diversas metodologias pesquisadas.

Dentre as funcionalidades mais importantes que um bom software para gerenciamento de projetos deve possuir,79% dos que responderam ao questionário, colocaram o cronograma como principal requisito.

A primeira versão do MS Project surgiu em 1984, ainda para o DOS e desde então mais nove versões surgiram. Hoje o MS Project é o software mais utilizado no mundo para Gerenciamento de Projetos. A última versão, 2013 (v15.0) apresenta uma melhora na confecção de relatórios e no que se refere ao compartilhamento de informações.

Ao acessarmos a guia exibição e posteriormente a planilha de recursos, o software nos apresenta uma tabela denominada Planilha de Recursos. Nesta planilha vamos detalhar todos os recursos necessários para completar e as tarefas do projeto até a entrega do produto ou serviço. Nosso foco está na coluna “Tipo”.

Após definir as tarefas, você irá atribuir os recursos as tarefas. O MS Project nos apresenta três tipos de recursos: Trabalho, Material e Custo.

Nos recursos do tipo “Trabalho” você deve incluir pessoas e equipamentos que serão utilizados durante o projeto. Basicamente vamos informar a disponibilidade e o custo destes recursos. Certifique-se de que a disponibilidade do recurso é para exercer atividades exclusivas do projeto. Caso você tenha um colaborador com uma jornada de 8 horas de trabalho, mas que estará disponível apenas 2 horas por dia para o seu projeto, você deve informar ao Project esta característica. Cada recurso pode ter seu próprio calendário.

Os recursos de trabalho podem ser identificados peno nome, pela função que desempenhará no projeto, por áreas ou tarefas comuns, máquinas e equipamentos. Cumpre ressaltar que pessoas equipamentos no MS Project são configurados da mesma maneira, embora a diferença esteja na alocação destes recursos em suas respectivas tarefas.

Na categoria “Custos” estarão todos os recursos aos quais você precisa prestar contas. Envolvem exemplos como: refeições, hospedagem, passagem aérea, e assim por diante. Os recursos desta categoria não impactam no trabalho e no agendamento das tarefas. Também não se aplicam a estes recursos uma taxa padrão ou custo. Estes valores serão atribuídos no momento em que você atribui-los as tarefas.

Os recursos tipo “Custo” permitem ao gerente do projeto, por exemplo identificar e agrupar os custos por categoria. Dentro do projeto, ajuda a identificar onde o projeto gasta mais e o que deve ser remanejado. Quando você seleciona o recurso tipo Custo, os únicos dados que você pode inserir no MS Project são as iniciais e a forma como os custos serão cobrados na tarefa, na coluna “Acumular”.

Os recursos materiais representam itens tangíveis no projeto. São artigos de consumo que você vai utilizar ao longo do projeto, para concretizar a entrega do produto ou serviço. Incluem nesta categoria: papel, tinta, argamassa, cimento, por exemplo.

Quando você determina que um recurso é do tipo “Material”, a coluna Unidade do Material é habilitada, e nesta coluna você informa ao MS Project a unidade de medida deste recurso. Por exemplo, o seu recurso material é argamassa e a Unidade Material é KG. Na coluna taxa padrão você vai informar o custo do KG da argamassa, neste caso aproximadamente R$ 2,25.

Uma dica interessante na atribuição dos recursos materiais as tarefas, é a inclusão de uma barra após a quantidade, para atrelar este recurso a quantidade de trabalho desta tarefa. Por exemplo, você cadastra o recurso gasolina, sendo que a unidade de medida é litros a uma taxa padrão de R$ 3.00. Sua tarefa compreende uma viagem de carro de 4 horas e é sabido que a cada hora o veículo da empresa consome 12 litros de gasolina. No formulário de tarefas você pode incluir o recurso gasolina e na coluna unidades inserir 12/h. O MS Project entende que a cada hora, são consumidos 12 litros de gasolina. Aumentando-se a duração, automaticamente aumenta-se o custo.

Criar recursos matérias é similar a criação de recursos do tipo “Trabalho”, a diferença é que os materiais não dependem do tempo disponível para atuar no projeto.

Por último, não é obrigatória a configuração dos recursos, e nem a atribuição dos mesmos as tarefas para utilizar o MS Project, porém a não inclusão destas informações poderá comprometer o seu desempenho no gerenciamento do projeto. Não é uma tarefa simples configurar recursos e atribuir os recursos, mas uma vez realizada esta tarefa, mais controle você e sua equipe terão sobre o projeto.

Como utilizar o Dropbox no Windows

Interessado em usar o armazenamento de arquivos na nuvem fornecido pelo Dropbox no seu computador?

Comece agora seguindo estes poucos passos!

Esta instalação foi feita com base no sistema operacional Windows 8. Você pode ter algumas alterações se estiver usando uma versão diferente do Windows.

1. Criando uma conta no Dropbox

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Clique aqui e acesse o site
Entre com o seu primeiro nome
Entre com o seu último nome
Entre com o seu e-mail
Crie e digite uma senha.
Marque a opção “Concordo com os Termos do Dropbox”
Clique em Registre-se

2. Baixando e Instalando o Dropbox

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Clique em baixar, no lado direito de cima da página
Clique em executar no rodapé da pop-up que irá surgir na sua tela (ver imagem acima)

3. Baixando e Instalando o Dropbox (continuação)

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Uma nova janela deve surgir perguntando se você concorda com as mudanças que serão feitas neste computador.
Clique em “Sim”
Obs: Isto permite ao seu computador, baixar e instalar o Dropbox

4. Baixando e Instalando o Dropbox (continuação)

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Clique em “Instalar” na próxima janela
Obs: Seu computador irá começar o processo de instalação

5. Baixando e Instalando o Dropbox (continuação)

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Na próxima tela que aparecer, clique na opção “Eu já possuo uma conta no Dropbox”. Você irá usar as informações que você digitou no passo 1 deste tutorial, então certifique-se de que o passo 1 foi concluído.

6. Baixando e Instalando o Dropbox (continuação)

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Selecione a opção “2GB” na próxima janela que surgir. Se você desejar mais espaço na sua conta do Dropbox, você pode optar por pagar 100 ou 200GB e espaço adicional. Você pode fazer este upgrade a qualquer tempo, mas este tutorial não é sobre este processo.

7. Baixando e Instalando o Dropbox (continuação)

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A próxima tela irá pedir para você escolher o tipo de instalação. Recomendo você escolher a Instalação Típica.

8. Baixando e Instalando o Dropbox (continuação)

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A janela seguinte vai ajudar você a conectar sua conta com o seu Smartphone. Você pode configurar isto agora, ou se você tiver um IPhone, você pode dar uma olhada nas instruções do Dropbox, para ser instalado depois.
Quando você estiver pronto, clique na opção Próximo, na parte direita da janela.

9. Como usar o Dropbox no desktop do Windows.

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Primeiro localize o icone do Dropbox, ao lado do relógio, na sua barra de tarefas.

10. Como usar o Dropbox no desktop do Windows (continuação)

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Clique com o botão direito no icone do Dropbox
Clique na opção “Abrir minha pasta do Dropbox”

11. Como usar o Dropbox no desktop do Windows (continuação)

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Note que uma nova janela aparece. Esta é a sua pasta do Dropbox. O Dropbox autimaticamente cria por padrão algumas pastas. Talvez a imagem acima não corresponda com a sua pasta exatamente.No próximo passo, vamos aprender como criamos e gerenciamos nossas pastas.

12. Como criar uma pasta no seu Dropbox

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Clique com o botão direito na sua pasta do Dropbox e depois clique em Novo
Depois selecione “Pasta”. Uma Nova Pasta irá aparecer
Renomeie a pasta com o nome que você desejar.

13. Como enviar arquivos e pastas para a sua pasta do Dropbox

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Abra a sua pasta do Dropbox
Clique a arraste qualquer arquivo ou pasta – tanto da área de trabalho ou outra pasta – e solte dentro da pasta do Dropbox.
OBS: Se vocÊ quiser mandar um arquivo para uma pasta especidica dentro da pasta do Dropbox, simplemente clique e arraste para esta pasata específica.

Gerenciamento de Projetos no Setor Público

A resistência em se adotar novas práticas, aliado ao desconhecimento, pois por muito tempo as técnicas consideradas eficientes da administração eram restritas a iniciativa privada, colocou o setor público como ineficiente e incapaz de solucionar os diversos problemas sociais que se agravam ao longo do tempo.

Se funciona na iniciativa privada, por que não adaptar ao público? Sempre digo aos meus alunos que para que o projeto dê errado, eles não precisam fazer nada, ele vai dar errado sozinho. As decisões que tomamos são para mantermos a nossa linha de base com menor desvio possível em relação a execução do projeto. É claro que só implantar uma metodologia com diversos processos e formulários não irá ajudar muito, o que precisamos é acreditar que o serviço público é competente o bastante para trabalhar de forma eficiente com os recursos, que estão cada vez mais escassos.

Projetos no setor público sofrem grande pressão política e trabalham com o tempo político. Os prazos e entregas são estabelecidos muitas vezes por mandatos e definidos de forma arbitrária, sem considerar o esforço real necessário para concluir o projeto ou a fase.

A falta de opinião especializada, e a dificuldade de informações disponíveis para a tomada de decisão são fatores que também agravam os prazos e atrasam as intervenções. As decisões nem sempre são satisfatórias e perduram por determinado tempo, raras às vezes que as decisões são as melhores e mais corretas. Para Simon*, é impossível que conheçamos todas as alternativas possíveis sob determinado projeto e também não sabemos todas as consequências inerentes às decisões, nos contentamos apenas em conhecer o essencial para a tomada de decisão.

No último levantamento realizado pelo G1, sobre as principais obras do PAC, publicado em 06 de junho de 2013, o atraso médio das intervenções é de 48 meses. Por exemplo, uma obra que começou em 2007 deveria ter sido concluída em 2010, foi repactuada para 2014 e no último relatório será em 2016. O principal fator é a falta de planejamento e principalmente a falta de previsão adequada de problemas futuros que certamente vão surgir.

Implantar a tecnologia do gerenciamento de projetos no setor público não é tarefa simples. E faço questão de dizer que a metodologia de gerenciamento, se comparado aos métodos atuais é uma tecnologia avançadíssima. Adotar uma prática eficiente, frente aos cenários de reivindicações que vimos nos últimos meses e sinônimo de sobrevivência.

Tomar uma decisão, ou seja, adequar os meios aos fins, e a principal tarefa da administração pública. Seja para implantar novos métodos, adaptar antigos, ou simplesmente prever o que pode dar errado, para aí sim, com o efetivo planejamento, reinserir o projeto ao rumo certo.

* SIMON H.A, Administrative Behaviour, 1965.

Project Management in Public Sector

The resistance to adopting new practices, and misinformation, classified the public sector as inefficient and incapable of solving many social problems that get worse over time. In so many years the best practices considered efficient in administration were restricted to private initiative.

If it works in the private sector, why do not adapt to the public? I always tell my students that to the project goes wrong, they need do nothing, goes wrong itself. We took decisions to maintain our baseline with smallest possible deviation from the initial project. It is clear that only deploy a methodology with different processes and forms will not help so much, what we need is to believe that public service is competent enough to work efficiently with the resources that are increasingly scarce.

Projects in the public sector suffer great political pressure and work with political time . Deadlines and deliveries are often established by mandates and defined arbitrarily, without considering the real effort required to complete the project or phase.

The lack of expert opinion and the difficulty of information available for decision making are also factors that aggravate the deadlines and delay interventions. Decisions are not always satisfactory and persist for a time, rarely that decisions are best and most correct. For Simon, it is impossible for us to know all possible alternatives under certain project and we do not know all the attendant consequences to decisions, we content ourselves only meet essential for decision making.

In the latest survey conducted by the G1** , on the main interventions of PAC, posted on June 6, 2013, the average delay is 48 months. For example, a work that began in 2007 should have been completed in 2010, was renegotiated in 2014 and in the last report it will finish in 2016. The main factor is the lack of planning and especially the lack of adequate prediction of future problems that will surely arise.

Deploy technology project management in the public sector is not a simple task. And I must say that management methodology, compared to current methods is an extremely advanced technology. Adopt an efficient practice against claims scenarios we’ve seen in recent months is synonymous of survival.

Make a decision, ie, to adjust means to ends , is the main task of public administration . Whether to deploy new methods adjust older ones or simply predict what can go wrong, so with effective planning, reinsert the project to the baseline.

* SIMON H.A, Administrative Behaviour, 1965.
** Biggest news portal of Brazil.

Gerenciamento de Projetos na ESESP

Conheça os detalhes do curso:

Competência:

Elaborar e gerenciar projetos na administração pública dominando aspectos técnicos e comportamentais.

Habilidades:

• Planejar projetos

– Elaborar o Termo de Abertura do Projeto
– Registrar as partes interessadas
– Desenhar o escopo do projeto
– Elaborar um cronograma (prazos)
– Elaborar o orçamento
– Mapear riscos
– Elaborar um Plano de Comunicação
– Descrever as tarefas e habilidades da equipe do projeto

• Desenvolver o plano de gerenciamento de projetos

– Desenhar o processo e sua principal saída
– Elaborar Estrutura Analítica do Projeto (EAP)
– Redigir relatórios com clareza e objetividade

Conteúdo: Visão geral do gerenciamento de projetos. Conceitos, definições e ciclo de vida de projetos. Importância do Escopo. Elaboração do Cronograma e do Orçamento. Gerenciamento dos Riscos. Gerenciamento da Comunicação. Gerenciamento de Recursos Humanos. Gerenciamento das Aquisições

Metodologia: Exposição dialogada, discussão, sistematização e síntese, trabalhos individuais, estudo de casos.

Público-Alvo: Dirigentes públicos e servidores responsáveis pela elaboração, implementação e gestão de projetos nas organizações públicas.

Carga Horária: 32 horas/aula

Período: 10 a 19 de junho de 2013

Horário: 9 h às 12h30min

Docente: Rodrigo Del Fiume Zambon – Graduado em Administração, com Pós-Graduação em Logística de Transportes e Programação Neurolinguística e MBA em Gerenciamento de Projetos. No Governo do Estado trabalhou no gerenciamento do Projeto Espírito Santo sem Lixão da SEDURB e na SETOP participou da criação do Escritório de Projetos. Atualmente gerencia nesta Secretaria o Programa de Mobilidade Urbana, nas principais obras da RMGV e no Projeto BRT

Os 16 itens do Dr. Kerzner para a maturidade em Gerenciamento de Projetos

1. Adotar uma metodologia de gerenciamento de projetos e utilizá-la constantemente.

2. Implementar uma filosofia que conduza a empresa rumo à maturidade em gerenciamento de projetos e comunicá-la a todos.

3. Comprometer-se com o desenvolvimento de planos eficazes no início de cada projeto.

4. Diminuir as mudanças no escopo por meio do comprometimento com objetivos realistas.

5. Reconhecer que o gerenciamento de projetos e o gerenciamento do cronograma são inseparáveis.

6. Selecionar a pessoa certa para gerente de projetos.

7. Fornecer aos executivos as informações voltadas para o patrocinador do projeto, e não as informações de gerenciamento de projetos.

8. Fortalecer o envolvimento e o apoio da gerência de linha.

9. Focar nas entregas, em vez de focar nos recursos.

10. Cultivar a comunicação eficaz, a cooperação e a confiança para alcançar rápida maturidade em gerenciamento de projetos.

11. Compartilhar o reconhecimento pelo sucesso do projeto com toda a equipe do projeto e com a gerência de linha.

12. Eliminar reuniões improdutivas.

13. Focar em identificar e resolver problemas com antecedência, com rapidez e de maneira rentável.

14. Medir o progresso periodicamente.

15. Utilizar o software de gerenciamento de projetos como ferramenta – não como um substituto ao planejamento eficaz ou as habilidades interpessoais.

16. Instituir um programa de treinamento para todos os funcionários, com atualizações periódicas baseadas nas lições aprendidas documentadas.

Extraído do livro: Gerenciamento de Projetos: uma abordagem sistêmica para planejamento, programação e controle / Harold Kerzner. Traduzido por João Gama e joyce Prado.